<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><?xml-stylesheet href="http://www.blogger.com/styles/atom.css" type="text/css"?><feed xmlns='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/' xmlns:georss='http://www.georss.org/georss' xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'><id>tag:blogger.com,1999:blog-4436334099277508712</id><updated>2011-12-25T17:17:50.155-02:00</updated><category term='Et tu'/><title type='text'>Café du Débat</title><subtitle type='html'></subtitle><link rel='http://schemas.google.com/g/2005#feed' type='application/atom+xml' href='http://cafedudebat.blogspot.com/feeds/posts/default'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4436334099277508712/posts/default?max-results=100'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cafedudebat.blogspot.com/'/><link rel='hub' href='http://pubsubhubbub.appspot.com/'/><author><name>John</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='29' src='http://2.bp.blogspot.com/_PQR63YQl4d8/THkiIr5EyHI/AAAAAAAAAEM/9AfppvTEJrI/S220/Mariana.jpg'/></author><generator version='7.00' uri='http://www.blogger.com'>Blogger</generator><openSearch:totalResults>17</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>100</openSearch:itemsPerPage><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4436334099277508712.post-6779080048264321587</id><published>2011-11-15T00:29:00.003-02:00</published><updated>2011-11-15T01:09:35.122-02:00</updated><title type='text'>Logos</title><content type='html'>&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Logos&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Dizes.&lt;br /&gt;Dizes que és ponto&lt;br /&gt;E eu ponto&lt;br /&gt;E nós linha&lt;br /&gt;E nós unidimensional.&lt;br /&gt;Dizes na imensidão&lt;br /&gt;Do por favor&lt;br /&gt;Do eu te amo&lt;br /&gt;Por favor dizes&lt;br /&gt;E não pares&lt;br /&gt;Dizes!&lt;br /&gt;Dizes-me e implores&lt;br /&gt;Ajoelhes&lt;br /&gt;Adoeças&lt;br /&gt;Do singular que é plural.&lt;br /&gt;Dizes que eu Homero&lt;br /&gt;Que tu odisséia&lt;br /&gt;Que tu Afrodite&lt;br /&gt;E eu cego &lt;br /&gt;Dizes?&lt;br /&gt;Dizes do infinito&lt;br /&gt;E eu finito&lt;br /&gt;E eu complexo&lt;br /&gt;E tu me salvas.&lt;br /&gt;Dizes e possuas&lt;br /&gt;Tu meu corpo&lt;br /&gt;Tu minh'alma&lt;br /&gt;Tu e Eu&lt;br /&gt;E Tu&lt;br /&gt;Dizes...&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4436334099277508712-6779080048264321587?l=cafedudebat.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cafedudebat.blogspot.com/feeds/6779080048264321587/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://cafedudebat.blogspot.com/2011/11/logos.html#comment-form' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4436334099277508712/posts/default/6779080048264321587'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4436334099277508712/posts/default/6779080048264321587'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cafedudebat.blogspot.com/2011/11/logos.html' title='Logos'/><author><name>John</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='29' src='http://2.bp.blogspot.com/_PQR63YQl4d8/THkiIr5EyHI/AAAAAAAAAEM/9AfppvTEJrI/S220/Mariana.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4436334099277508712.post-6005801186991157488</id><published>2011-01-19T12:40:00.004-02:00</published><updated>2011-01-19T14:51:09.383-02:00</updated><title type='text'>Zèle</title><content type='html'>&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Zèle&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Despertar. Quando o cotidiano é para o dia, o pontual é certo - a vida se repete. De início, as frestas da madeira entortam-se para o sol; sinuando e insinuando-se. A luz, um circo-espectro, contorce-se pelas vidraças, dobra-se como acrobata e verte-se pelo chão. Inverte-se, pois, aos olhos do desperto. Refletida, a luz se torna mundo: primeiro em sombra, depois objetificada. O sujeito, então, predica-se - abunda vigor, sobeja desvelo e mostra-se zeloso. Zelo como só ela, revestida de vermelho.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O exalo é longo, comprido e comprimido; algo como vento de montanha. Ao redor, a vida: tanto em sério quanto em trabalho - assim diz o jardineiro. Mira ao seu redor, andarilho em labirinto, desatento à labuta natural. Como em transe, trava os olhos no singelo e no sublime - rosa una que embala a perfeição. Admira-a, percorrendo o contorno das pétalas cerradas e os espinhos que gritam, aguçados. O cultivo, porém, fez-lhes próximos, a vontade deu-se fiel. Ao convite, pois, dedos comprimiram espinhos - vermelho dele, vermelho dela. Do transborde, o abraço - amor tão sincero, quanto infinito o entreolhar. Único - como ela para ele.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Logo, a manhã volveu-se amanhã; o momento tornou-se estribilho. Envolto na imensidão dos sentimentos próprios, o homem agarrou-se à bela rosa e não mais desvencilhou. Da emoção, portanto, terceirizou-se o globo; do instante, figurou-se o tempo. Ao tempo, contudo, não convinha o jardineiro; o universo mais é que um ser humano. A rosa, vagarosa, definhava - há modos que o amor não nutre, desejos que a paixão não sacia. Sua voz veio como eco, uma nota soprada; a angústia que tange a resignação. Já beirando a desistência, como flecha contra o vento, a frase enterrou-se em seu berço. Do suspiro, um tufão: &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;"O amor há de ser mútuo, não próprio."&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E o jardineiro despertou.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4436334099277508712-6005801186991157488?l=cafedudebat.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cafedudebat.blogspot.com/feeds/6005801186991157488/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://cafedudebat.blogspot.com/2011/01/zele.html#comment-form' title='5 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4436334099277508712/posts/default/6005801186991157488'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4436334099277508712/posts/default/6005801186991157488'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cafedudebat.blogspot.com/2011/01/zele.html' title='Zèle'/><author><name>John</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='29' src='http://2.bp.blogspot.com/_PQR63YQl4d8/THkiIr5EyHI/AAAAAAAAAEM/9AfppvTEJrI/S220/Mariana.jpg'/></author><thr:total>5</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4436334099277508712.post-3777412093053606784</id><published>2010-11-30T03:25:00.002-02:00</published><updated>2010-11-30T03:30:21.942-02:00</updated><title type='text'>Cronofagia dos Deuses</title><content type='html'>&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Cronofagia dos Deuses&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nasci meio deus, meio planeta dentro de mim. Filho de astros e titãs, desci como Prometeu queimando para ver-me colidir. Talvez tenha sido no interstício dos pretéritos, onde a mácula também é perfeição; talvez tenha sido na cordilheira das idéias, acorrentado ao Cáucaso da existência, com uma ave a arrancar-me a voz do orgulho. Rendi-me na apoteose da antítese, onde o globo vira mundo, e seu eixo não é mais função do pensamento. Despi-me na calada dos berrantes, quando a carne fica crua e o sangue vira vinho, num desdobramento mais que pós-moderno dos tropos da linguagem. Gramático, perdi-me no ontem para o transvio do hoje; encontrei-me só na infinita regressão do eu, e sei apenas que a mim não mais pertenço.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Vivi, então, duzentos anos de andarilho; errante praticante, destes que vivem no breu e morrem no céu. Atravessei o Atacama duas vezes, uma em paz de fogo e outra em cortina de inverno, frustrado com a miragem tão ausente do meu próprio eu. Segui sempre dois passos atrás de mim, chegando aos planos Nazca e aos seus círculos mortos, que ao norte me apontavam. Descobri-me, então, em ruínas rarefeitas, perdido no cume do abismo dos grandes, no amálgama do despropósito e da virtude. A compreensão, porém, encerra-se em si mesma: nem todo homem recebe o seu profeta. Ri.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ri do ocluso do não-ser, do lirismo do não-eu, do querer do não-querer e das anáforas de outrora. Inventei a falácia do saber e fugi para Londres, disseminando a existência da desistência do pensar. Compus um livro sobre a frivolidade da escrita, aclamado pelos críticos – “uma revolução metaparadoxal”.  Lecionei para as vanguardas e fui tido como herói, virei perífrase: o grande polissêmico! De tão idolatrado, fiz-me o autêntico idólatra, imerso no solilóquio da soberba e da empáfia; intragável de forma primorosa. Espantei-me, pois, com o revés de reações – o tempo é rival íntimo da essência do eterno. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mais uma vez, furtei-me como sombra; comprei um barco e tornei-me argonauta. Naveguei arrebatado, como o chicote ao seu escravo. Naveguei desesperado, como mulher a ser tragada. Mas o sol arrefece a chama; o instante não passa de momento. Os mares, repente, eu os via como espelhos do meu âmago – a calmaria o prenúncio da tormenta. Logo me deparei com o horizonte nuclear, a perpetuidade do próprio desencontro no nada que compraz o universo. Deitei-me, então, na sinédoque da verdade atômica; unitário, como chego e como vou. Esperei, e da espera vi a morte: o fim que dá origem a si mesmo. Planetário, recuei; mas logo orbitei ao seu encontro. Abracei-a, como um filho à sua mãe, e rasguei o seu ventre com meu pranto; entregando-me e minha não-identidade. Morri meio deus, meio planeta dentro de mim – quem dera ter morrido humano.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4436334099277508712-3777412093053606784?l=cafedudebat.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cafedudebat.blogspot.com/feeds/3777412093053606784/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://cafedudebat.blogspot.com/2010/11/cronofagia-dos-deuses.html#comment-form' title='7 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4436334099277508712/posts/default/3777412093053606784'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4436334099277508712/posts/default/3777412093053606784'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cafedudebat.blogspot.com/2010/11/cronofagia-dos-deuses.html' title='Cronofagia dos Deuses'/><author><name>John</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='29' src='http://2.bp.blogspot.com/_PQR63YQl4d8/THkiIr5EyHI/AAAAAAAAAEM/9AfppvTEJrI/S220/Mariana.jpg'/></author><thr:total>7</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4436334099277508712.post-7597939166889313597</id><published>2010-11-14T21:39:00.004-02:00</published><updated>2010-11-28T02:30:55.402-02:00</updated><title type='text'>Cinq</title><content type='html'>&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Cinq&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fora incidental, secundário quase. Instante, refletia em mente e mais, instante refletiste sobre mim. Foste lua, curiosa – espreitava, minguava e vez sumia. À noite, a espera e o transtorno; o sorriso consoante e vogal. Vieste num descompasso torto, teu sincronismo cético no arritmo da tristeza. Logo o sopro, o toque; olhar tão espinho quanto rosa. Pois tu, emoção curva de parábola, eu vi reta. Pois eu, tormenta e calmaria, tu viste uno. Então do instante, momento; do tempo, a dobra – corpos entrevistos por palavras. Então do vazio, o espaço; do ato, a certeza: o caos fez-se universo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Hoje, dois em cinco – espelho como a alma do olhar. No silêncio, vontade; no lençol, nós. Nós atados como as pernas do tu e do eu; nós amarrados como o engasgo da falta e da fome; nós enlaçados como a ausência e presença conjuntas; nós desvairados no acordo do vero e quimera. Hoje, nós em complemento – eu tão rio de tu, oceano. Tu, infinita, começo e fim de eu, que nem começo ou fim tenho. Em tua imensidão, sou sempiterno; palpito extremamente sem extremos. Em tua forma plena, sou deleite; o homem que entende sua babel. Sou devaneio, sou senão – sou o sim no pouso teu, tão leve e perene, de vida em coração.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4436334099277508712-7597939166889313597?l=cafedudebat.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cafedudebat.blogspot.com/feeds/7597939166889313597/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://cafedudebat.blogspot.com/2010/11/cinq.html#comment-form' title='3 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4436334099277508712/posts/default/7597939166889313597'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4436334099277508712/posts/default/7597939166889313597'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cafedudebat.blogspot.com/2010/11/cinq.html' title='Cinq'/><author><name>John</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='29' src='http://2.bp.blogspot.com/_PQR63YQl4d8/THkiIr5EyHI/AAAAAAAAAEM/9AfppvTEJrI/S220/Mariana.jpg'/></author><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4436334099277508712.post-4740580809865904254</id><published>2010-09-27T17:46:00.003-03:00</published><updated>2010-11-18T17:06:36.826-02:00</updated><title type='text'>Poème Qui Dépasse</title><content type='html'>&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Poème Qui Dépasse&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Devia. &lt;br /&gt;Na surdez da relutância, &lt;br /&gt;No compasso da calada, &lt;br /&gt;No prelúdio da eminência, &lt;br /&gt;Devia. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Olhos peregrinos, &lt;br /&gt;Presos no interpolo da saudade e &lt;br /&gt;Da tristeza, &lt;br /&gt;Focavam na mantilha de outrora. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Às vezes, &lt;br /&gt;No transvio derramado&lt;br /&gt;Das virtudes gris&lt;br /&gt;Ou cinza,&lt;br /&gt;Enxergava pela chuva &lt;br /&gt;Seu presente. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Então,&lt;br /&gt;Meio a ato e entreato, &lt;br /&gt;Ao prenúncio da espera, &lt;br /&gt;Soprava o murmúrio do futuro. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Devia &lt;br /&gt;Pelo cego, o juízo; &lt;br /&gt;Pelo alvo, o ocluso; &lt;br /&gt;Pelo certo, o vagueio. &lt;br /&gt;Devia &lt;br /&gt;Pelo pranto, o alento; &lt;br /&gt;Pelo riso, o momento; &lt;br /&gt;Pelo rogo, o ouvido. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Devia &lt;br /&gt;Pela crença, o fato; &lt;br /&gt;Pelo cerne, o tato; &lt;br /&gt;Pela vida, o leito. &lt;br /&gt;Devia&lt;br /&gt;O pendor de sentir &lt;br /&gt;Por pavor de existir, &lt;br /&gt;Seu tormento.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4436334099277508712-4740580809865904254?l=cafedudebat.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cafedudebat.blogspot.com/feeds/4740580809865904254/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://cafedudebat.blogspot.com/2010/09/poeme-qui-depasse.html#comment-form' title='1 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4436334099277508712/posts/default/4740580809865904254'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4436334099277508712/posts/default/4740580809865904254'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cafedudebat.blogspot.com/2010/09/poeme-qui-depasse.html' title='Poème Qui Dépasse'/><author><name>John</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='29' src='http://2.bp.blogspot.com/_PQR63YQl4d8/THkiIr5EyHI/AAAAAAAAAEM/9AfppvTEJrI/S220/Mariana.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4436334099277508712.post-8498965677894241505</id><published>2010-06-22T00:12:00.004-03:00</published><updated>2010-06-22T04:45:03.721-03:00</updated><title type='text'>Être</title><content type='html'>&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Être&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Foi à noite, foi de repente; claro como a voz que torna na calada. De tão súbito - óbvio. De tão leve - pesado. Foi intento, incursão. Como você diria: foi invasão. Adentrou-se, então, quieto. Espalhou-se, já, surdo. Graduou-se, alastrou-se, formou-se: tomou-me. Tomou-me como espelho à sua imagem, como fome à sua carne, como inquietude ao seu pesar. Tomou-me como nada, pois tomou-me todo. Foi o riso que tremula, foi o olhar que enternece, foi o toque que abala. Foi tanto que é.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É o novo já saudoso, é o tempo comovido; a ausência que se mostra mais presença. São os ventos que circulam, são as rosas que capricham; os lábios à procura de um encontro. É tanto que engasga. É tanto que cala. E meu silêncio é tão só meu sentimento. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É você - e você é. É ser intermitente e infinito.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4436334099277508712-8498965677894241505?l=cafedudebat.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cafedudebat.blogspot.com/feeds/8498965677894241505/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://cafedudebat.blogspot.com/2010/06/etre.html#comment-form' title='2 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4436334099277508712/posts/default/8498965677894241505'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4436334099277508712/posts/default/8498965677894241505'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cafedudebat.blogspot.com/2010/06/etre.html' title='Être'/><author><name>John</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='29' src='http://2.bp.blogspot.com/_PQR63YQl4d8/THkiIr5EyHI/AAAAAAAAAEM/9AfppvTEJrI/S220/Mariana.jpg'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4436334099277508712.post-1945415116495053251</id><published>2010-05-30T17:16:00.002-03:00</published><updated>2010-05-30T17:18:33.962-03:00</updated><title type='text'>Senão</title><content type='html'>&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Senão&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pois seja pressuposto a existência de dois, tal que dois em dois são, por afins, um. Guardemo-los, por ora e portanto, como cousa una; ser de metades, conquanto metades intrínsecas ao todo e entre si. Mas não há todo que vez não separe; não há parte que vez não parta. Falemos, então, de certo comenos em certo cenário; digamos cousas de João e Maria. Pois seja pressuposto a existência de dois, como dizer que dois são um?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Vejamos antes João, homem de alma rara e ombros largos; vivo tanto quanto túrbido o mar em tempestade. João primava não pelo preto, não pelo branco, senão por ser humano; sentia em todos tons e todas cores – mostrava-se mais que a indolência e o piegas. Quando mirou Maria vez primeira, desentendeu-se em alma e coração; emoção pragmática como cão que corre atrás do próprio rabo. A paixão demais é que vício ou virtude.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Maria, charme como azul de outono, era Eva e erva em corpo só; mulher tão pura quanto vil. Conforme bela rosa, tentava pelo prazer do tentar; vendava-se infinitamente dócil com desvelo infiel. Maria era pecado que todo homem sonhava cometer. Eis senão quando, ainda com que seu donaire de dama má, João desnudou Maria com tanto olhar. Contudo, tolo aquele que age de reflexo; é certa a recusa a uma mão rápida estendida. A inaudita curiosidade saciou-se fácil dele por ímpeto leviano.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por mês ou dois, entregou-se João à vida sem vida; maior pesar não há que enxugar o coração. Pois então endureceu, fez-se pedra ao ver quão engenhoso o raciocínio. Tornou-se João o matemático, João máquina, João homem de cabeça; adormeceu poeta e acordou como apatia. Mas como céu não pode terra, há sempre um senão em dias de vento. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quiçá forte brisa, quiçá leve vendaval, adentrou Maria encanto e seus olhos de cantar. Saudade cá, musicava, falta lá, provocava; buscas sedentas chamando um entreolhar. De encontro deu-lhe tapa estalo a resistência; cousa para mulher virar menina. Menina travessa, porém, Maria; do desprezo veio vontade de lhe ter. Face outra, graça nova; sorriso gostoso como doce de algodão. Multiplicava-se, cativava-lhe; Maria faiscante, Maria fascinante. Sedutora a oferta da maçã.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Reteve-se João por talvez dois tempos; seu forte um castelo de areia. Por veloz instante, provou-se quase inteligente. Dirigiu-se ríspido e vestiu-se indomável; derretia improvável o gelo de Maria. Apostrofava-se do demasiado lírico, senão caminho gris já conhecia. João fel, Maria mel; recheado enredo de prazeres sofrimentos. Tão pouco caíra o véu do impossível, entretanto, cria João tê-la já em mãos atadas. Iminente o retorno de velho cavalheiro; há máscaras que só até o sol e seus raiares. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Há estações que não se deve separar; sangue e vinho são vermelhos entre si. João inverno, risos ressoavam de Maria; João verão, história velha essa de repetição. Voltou ligeiro o romance; intenso, febril – curto como pavio de trágico horizonte. De repente Maria bem, de repente Maria má; em seu todo, Maria sem vergonha. E ele, ora, bobo como só João – João bobo, vivo morto vez outra por flor de sua paixão.       &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A dor do vício é maior em sua ausência, maior a falta que o remorso. Velho o novo malogro de João, nova a velha história de um futuro já passado. Desconsolava-se com o consolo, desvairava-se com o são; breve desatino eterno em que o pesar é tão só contentamento. Se não sombra, nada; infinito o delírio de amor tão violento. João sujeito, João imagem – João agora objeto. Abjeto então o parecer de seu porvir.              &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O mundo, porém, gira o ciclo inverso; há estradas que mais são que ida ou volta. Assim, Maria: constante como a vida em desvario. De seu feito o defeito; do adeus à falta que ele traz – soberba a rosa de espinhos. Então, o encontro – o equilíbrio que vem caos; o nada que vem todo. E Maria tão mais Maria, e João tão mais João. Pois num início já tão fim: entrega. Pelo sim, pelo não. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Senão.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4436334099277508712-1945415116495053251?l=cafedudebat.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cafedudebat.blogspot.com/feeds/1945415116495053251/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://cafedudebat.blogspot.com/2010/05/senao.html#comment-form' title='1 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4436334099277508712/posts/default/1945415116495053251'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4436334099277508712/posts/default/1945415116495053251'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cafedudebat.blogspot.com/2010/05/senao.html' title='Senão'/><author><name>John</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='29' src='http://2.bp.blogspot.com/_PQR63YQl4d8/THkiIr5EyHI/AAAAAAAAAEM/9AfppvTEJrI/S220/Mariana.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4436334099277508712.post-5198596475697762245</id><published>2010-05-20T11:15:00.003-03:00</published><updated>2010-05-20T16:51:14.100-03:00</updated><title type='text'>Defronte</title><content type='html'>&lt;b&gt;Defronte&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Você, a luz que toda me confrange,&lt;br /&gt;O espaço que reduz ao aumentar,&lt;br /&gt;O ímpar que do encontro vê-se par,&lt;br /&gt;A morte um arco raso, seu alfanje&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A vista já não vista, o horizonte&lt;br /&gt;Que dista como os sonhos das lembranças&lt;br /&gt;E esquece do futuro em águas mansas&lt;br /&gt;Que suas, vêm de trás e estão defronte:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Da vida, que transita a paixão;&lt;br /&gt;Dos sonhos, a clareza incoerente;&lt;br /&gt;Da dor, que à verdade pára e mente;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Da morte, a loucura de homem são;&lt;br /&gt;De mim - e quero já nesta calada&lt;br /&gt;Você e seu eterno todo-nada&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4436334099277508712-5198596475697762245?l=cafedudebat.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cafedudebat.blogspot.com/feeds/5198596475697762245/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://cafedudebat.blogspot.com/2010/05/defronte.html#comment-form' title='3 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4436334099277508712/posts/default/5198596475697762245'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4436334099277508712/posts/default/5198596475697762245'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cafedudebat.blogspot.com/2010/05/defronte.html' title='Defronte'/><author><name>John</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='29' src='http://2.bp.blogspot.com/_PQR63YQl4d8/THkiIr5EyHI/AAAAAAAAAEM/9AfppvTEJrI/S220/Mariana.jpg'/></author><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4436334099277508712.post-6085917302384029264</id><published>2010-05-14T05:28:00.003-03:00</published><updated>2010-05-14T05:30:48.504-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Et tu'/><title type='text'>Rêverie</title><content type='html'>&lt;strong&gt;Rêverie&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eles não se conheciam. Ela, morena de olhos graúdos e cabelos escorridos, era uma falsa cética; menina mulher que enxergava o mundo com um cinismo que ela mesma criara para esconder suas raízes sonhadoras. No fundo era ingênua – e talvez fosse a própria ingenuidade recôndita que o atraía tanto. Ele, garoto magro de feições aquilinas, era o elo romântico da relação; o eu lírico que movia tanto a ela quanto a ele. Ele buscava nas sutilezas do cotidiano, nas nuances do corriqueiro, significados que nem mesmo ele compreendia; ele via rosas nas cinzas dela, e ela se enxergava nos olhos dele.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quando primeiro se encontraram, o receio sobrepôs o interesse; o medo, tanto dele quanto dela, afligia a palavra aberta, impedia o movimento brusco. O desejo de entender, então, tornou-se insípido, o ímpeto de explorar, doloroso. O tempo, porém, é aliado de quem lhe é inimigo. Aos poucos, os corações tão opostamente iguais dos dois começaram a pulsar em complemento; a palavra agora saía, o movimento se concretizava. A escrita, intrínseca aos desesperados, tinha agora função fática; o extravaso virara meio de comunicação. Ele experimentava o descaro volúvel, ela provava devaneios instáveis.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;De repente, da mesma forma que aumentara a proximidade, cresceu também a saudade no corpo de cada um. Ela, ao dormir, sonhava com frases dele, enquanto ele, ao acordar, despertava com idéias dela. O acaso, cúmplice de achados homéricos, descobria agora a vontade mútua que surgia em almas antitéticas. Enfim, os meses de distância que os separavam fizeram com que se unissem; vozes, sorrisos, só risos, encontro marcado. Ela, por sentir sua falta; ele, por querer sua presença.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O encontro reavia a confluência de tufões – são colisões que fazem a vida ser vida; contradições que fazem o mundo girar. Mundanos, entregaram-se à ciência do viver; permitiam o estudo do outro enquanto admiravam a curiosidade própria. Cada vez mais, cediam ao mistério e compartilhavam o desconhecido. Talvez acreditassem em tudo, talvez acreditassem em nada. Olhavam-se intrigados: em modos, amigos; em pensamentos, amantes. Com palavras, se acariciavam. Há encantos fora da arte de beijar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ao final do dia, sorrisos lânguidos – é difícil ao coração quem o sabe transtornar. Ela incorporara a fadiga, enquanto ele, a ansiedade; são santos aqueles que já se tornaram pecadores. Juntos, sentiam a mesma incerteza individual; ardia só o sentimento latente que tomava o outro. Por fim, chegaram ao ponto em que soma vira divisão: despedida pragmática para pontilhar o alívio (ou será o aperto?) do término de vivência irracional. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tchau. Ela se foi. Verbo intransitivo. Até, pelo menos, ir com ele.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4436334099277508712-6085917302384029264?l=cafedudebat.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cafedudebat.blogspot.com/feeds/6085917302384029264/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://cafedudebat.blogspot.com/2010/05/reverie.html#comment-form' title='4 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4436334099277508712/posts/default/6085917302384029264'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4436334099277508712/posts/default/6085917302384029264'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cafedudebat.blogspot.com/2010/05/reverie.html' title='Rêverie'/><author><name>John</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='29' src='http://2.bp.blogspot.com/_PQR63YQl4d8/THkiIr5EyHI/AAAAAAAAAEM/9AfppvTEJrI/S220/Mariana.jpg'/></author><thr:total>4</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4436334099277508712.post-7780556416511040663</id><published>2010-05-10T00:43:00.006-03:00</published><updated>2010-05-10T08:03:10.353-03:00</updated><title type='text'>Dis-Moi</title><content type='html'>&lt;strong&gt;Dis-Moi&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Diga. Diga logo. Fale, entorne, grite! Fale porque seu sangue entorna, entorne o que seus olhos gritam, grite o que suas mãos acodem. Imperative; pare de se apostrofar. Diga. Diga logo! Pare de moldar seus pensamentos, pare de refinar suas idéias, pare de conter suas palavras. Medir-se é apenas comprimir o outro. Diga! Diga logo! Por que o medo no aperto de corpos, a sede no abraço, o desespero que consume o entreolhar? Por que a ânsia que tremula as mãos, o riso que congela os lábios, o frio que abasta o fogo? Por quê?        &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Cheguei. Dobrei cada liga de meu corpo, rompi cada fibra de minha alma, atravessei cada lâmina com que me afastava. Cheguei. Não sei se à sombra do seu limiar, não sei se à face do meu limite, mas cheguei. Vim na calada das palavras, no silêncio das vozes, no sussurro dos encontros. Agora, desencontro. Talvez a si, talvez a mim. Inebriou-me a febre de seus lábios, a chama de seu charme, o caos de seu sorriso. Atormentou-me a sobriedade de suas idéias, o desvario de suas palavras, o destino de sua perdição. E chegou. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Chegou o vermelho de seu começo, o nada de nosso meio, o rasgo de meu fim.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4436334099277508712-7780556416511040663?l=cafedudebat.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cafedudebat.blogspot.com/feeds/7780556416511040663/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://cafedudebat.blogspot.com/2010/05/dis-moi.html#comment-form' title='4 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4436334099277508712/posts/default/7780556416511040663'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4436334099277508712/posts/default/7780556416511040663'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cafedudebat.blogspot.com/2010/05/dis-moi.html' title='Dis-Moi'/><author><name>John</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='29' src='http://2.bp.blogspot.com/_PQR63YQl4d8/THkiIr5EyHI/AAAAAAAAAEM/9AfppvTEJrI/S220/Mariana.jpg'/></author><thr:total>4</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4436334099277508712.post-5461029067709914396</id><published>2010-04-16T23:27:00.004-03:00</published><updated>2010-04-17T00:48:16.902-03:00</updated><title type='text'>Le Délire</title><content type='html'>&lt;strong&gt;Le Délire&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Transito em transe. O eco do silêncio, o balançar das paredes, o espanto calmo; decerto o enrolar de filmes diferentes. Previsões do passado e museus do futuro. Um quê de desatino; o afoito moribundo. &lt;em&gt;Que viagem melhor que a morte?&lt;/em&gt; Retratos em branco e memórias em preto. O torpe entorpecente. Então o tremor (e o temor, e o terror) conflitando despertar. Pois desperto está, mas já em pesadelo. Entenda, o hábito é sofrer; seja santo, seja corriqueiro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Desvario - e portanto, vario. Mesclo som e cor; a vitrola a tocar vermelho, a tinta a pintar agudo. Apego-me ao desapego, encarcero-me à liberdade; fragata em busca de seu vento. Vôo, e por tão bonito o cenário (descenso do homem que encontra suas asas), fotografo; sentimentos fugidios pela luz eternos. O delicado contorno de rosto esculpido, a face aquilina e os lábios cerrados; os olhos alheios e o olhar transeunte, a expressão polar - ora tudo, ora nada. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Observo melhor; mergulho na impressão que havia de esvair. O tormento imóvel do tempo em sequência, o pleito e o furto (mãos em mãos), o quadro tão plástico quão pitoresco, o decente indecente - inadvertente contradição. Por fim, cego do fervor da morte (ou da vida), enxergo: corte em peito, longo, bruto - de pranto, de riso, de sangue e paixão.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4436334099277508712-5461029067709914396?l=cafedudebat.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cafedudebat.blogspot.com/feeds/5461029067709914396/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://cafedudebat.blogspot.com/2010/04/le-delire.html#comment-form' title='5 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4436334099277508712/posts/default/5461029067709914396'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4436334099277508712/posts/default/5461029067709914396'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cafedudebat.blogspot.com/2010/04/le-delire.html' title='Le Délire'/><author><name>John</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='29' src='http://2.bp.blogspot.com/_PQR63YQl4d8/THkiIr5EyHI/AAAAAAAAAEM/9AfppvTEJrI/S220/Mariana.jpg'/></author><thr:total>5</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4436334099277508712.post-8596204379741902374</id><published>2010-02-05T00:19:00.004-02:00</published><updated>2010-02-06T06:58:52.073-02:00</updated><title type='text'>La Nuit (L'Infini)</title><content type='html'>&lt;strong&gt;La Nuit (L'Infini)&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Prose&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ela é uma antítese. Não uma antítese óbvia; uma contraposição que se exibe de forma imprudente e vulgar. Ela é, primeiro, sutil; uma rosa que apenas com desvelo se permite desabrochar. Ela é lua; cresce e míngua, raro expondo uma de suas faces por completo. Quando o faz, ela encanta; seja cheia, radiante e firme, seja nova, sombria e insegura. Ela está constantemente em trânsito; efêmera, uma incógnita perene. Ela é o nascer e o pôr do sol; uma alma que fende o céu com cores singulares.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Poésie&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ela é, por fim, noite. E como noite, infinita. Ela é o escuro que transcende; que acalma e que agita. Ela é o meu tormento; o frio que me aquece. Ela é dor que desatina; aos diabos, minha prece. Ela é tudo e ela é nada; o vazio que me inteira. Ela é em minha vida uma eterna passageira. Ela é pena em papel; ela é prosa e poesia. Ela é retrato honesto da mulher que eu teria.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4436334099277508712-8596204379741902374?l=cafedudebat.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cafedudebat.blogspot.com/feeds/8596204379741902374/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://cafedudebat.blogspot.com/2010/02/la-nuit-linfini.html#comment-form' title='3 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4436334099277508712/posts/default/8596204379741902374'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4436334099277508712/posts/default/8596204379741902374'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cafedudebat.blogspot.com/2010/02/la-nuit-linfini.html' title='La Nuit (L&apos;Infini)'/><author><name>John</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='29' src='http://2.bp.blogspot.com/_PQR63YQl4d8/THkiIr5EyHI/AAAAAAAAAEM/9AfppvTEJrI/S220/Mariana.jpg'/></author><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4436334099277508712.post-1695999045145228337</id><published>2010-02-01T01:01:00.004-02:00</published><updated>2010-02-01T01:15:20.069-02:00</updated><title type='text'>Discours de Remise des Diplômes</title><content type='html'>&lt;strong&gt;Discours de Remise des Diplômes&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Seguem abaixo dois trechos do meu Discurso de Formatura:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"[...]&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A vida, como toda grande obra, não se resume pelo seu final, mas sim por todos os momentos que a compõem. Por isso, peço-lhes: vivam! Numa fase em que temos de ser responsáveis, organizados e precavidos, recomendo que guardem um pouco da irresponsabilidade para a diversão, um pouco da desorganização para o improviso e um pouco da leviandade para o risco. Acima de tudo, não tenham medo de errar - o erro, por mais que doloroso, é o primeiro passo para o acerto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Estamos no limiar de uma época popularmente conhecida como "vida real", prestes a começar a traçar o nosso caminho neste mundo. A partir de agora, nossas decisões têm um peso maior; nós devemos arcar com as repercussões delas, não nossos pais. Sugiro, portanto, que cada um de nós vá em busca daquilo que realmente gosta de fazer, que cada um procure tornar-se aquilo que é, e não algo que outros desejam que nós sejamos. O nosso sucesso depende da nossa satisfação com quem somos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;[...]&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Entendo que junto a toda emoção deste ano, há também uma certa tristeza que às vezes se dá por conta daquilo que nós não conquistamos. Peço que não permitam que este sentimento perdure; os insucessos de hoje servirão para aprendermos, e com eles virão as vitórias de amanhã. Lembrem, sim, do passado, mas não vivam nele; usem-no como lição. Há muito para fazer no presente, e muito para conquistar no futuro."&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(Só para mudar o tema de rosas, ventos e frio, um pouco)&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4436334099277508712-1695999045145228337?l=cafedudebat.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cafedudebat.blogspot.com/feeds/1695999045145228337/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://cafedudebat.blogspot.com/2010/02/discours-de-remise-des-diplomes.html#comment-form' title='1 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4436334099277508712/posts/default/1695999045145228337'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4436334099277508712/posts/default/1695999045145228337'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cafedudebat.blogspot.com/2010/02/discours-de-remise-des-diplomes.html' title='Discours de Remise des Diplômes'/><author><name>John</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='29' src='http://2.bp.blogspot.com/_PQR63YQl4d8/THkiIr5EyHI/AAAAAAAAAEM/9AfppvTEJrI/S220/Mariana.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4436334099277508712.post-4989252419541103267</id><published>2010-01-29T19:13:00.002-02:00</published><updated>2010-01-29T20:40:53.077-02:00</updated><title type='text'>Printemps, Automne (Larmes/Sourires)</title><content type='html'>&lt;strong&gt;Printemps, Automne (Larmes/Sourires)&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Printemps de Larmes&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Seu choro é delicado, pontilhado de soluços fortes, porém sutis. Seu pranto é manso, mas violento; um lamento sincero que expõe as contradições de sua alma. Suas lágrimas escorrem pesadas, doridas; um córrego de sentimentos incontidos. Sua lamúria é profunda; seu amor ainda arde, sua paixão ainda queima, sua saudade ainda anseia, sua dor ainda fere. Você chora, e com seu choro, renasce.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Automne de Sourires&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sozinha, você caminha. Sopra uma leve brisa, como a melancolia do passado, e você sorri; um sorriso fino, cicatrizado. Os presságios do inverno carregam suas folhas de outono, suas memórias, e seu corpo arca, gelado. Os arautos de uma nova estação, porém, lhe alegram; o frio sempre lhe agradou. No frio, você aprendeu a se iludir e acabou desiludida, no frio você criou seu escudo e terminou desarmada, no frio você amou e no frio você sofreu. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ao dobrar a rua tortuosa e chegar ao cume de seu passeio, você o enxerga; solitário, de feições aquilinas, olhos graúdos e mãos fechadas. Ao vê-la chegar, ele sorri; o mesmo sorriso fino, as mesmas cicatrizes. De suas mãos, produz uma rosa; tinta, bela, sofrida. Sorrisos. Seus lábios se encontram; carentes, assustados, saudosos. Sorrisos. E o vento, frio, sopra.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4436334099277508712-4989252419541103267?l=cafedudebat.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cafedudebat.blogspot.com/feeds/4989252419541103267/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://cafedudebat.blogspot.com/2010/01/printemps-automne-larmessourires.html#comment-form' title='2 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4436334099277508712/posts/default/4989252419541103267'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4436334099277508712/posts/default/4989252419541103267'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cafedudebat.blogspot.com/2010/01/printemps-automne-larmessourires.html' title='Printemps, Automne (Larmes/Sourires)'/><author><name>John</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='29' src='http://2.bp.blogspot.com/_PQR63YQl4d8/THkiIr5EyHI/AAAAAAAAAEM/9AfppvTEJrI/S220/Mariana.jpg'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4436334099277508712.post-5765164717395018988</id><published>2010-01-26T17:30:00.005-02:00</published><updated>2011-01-19T11:58:13.554-02:00</updated><title type='text'>Et Tu</title><content type='html'>&lt;em&gt;Et tu&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"De repente, não mais que de repente"¹, tu surgiste. Tens um quê de fantasma; um charme vitoriano, uma vivência de outra geração. Chegaste, amiga, com andar manso e fala ríspida; uma impudência altiva, indigna de simplórios. Como uma sombra, sabes o que fazes, mas ainda procuras o por quê. Tens grandes sonhos, e mesmo que desconhecidos ou recônditos, admites que existem. Agora, queres acordar; queres mostrar a cor de tuas pétalas, o veneno de teus espinhos. Pois abras teus olhos; o mundo te espera, amiga.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;¹"Soneto da Separação" - Vinícius de Moraes&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4436334099277508712-5765164717395018988?l=cafedudebat.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cafedudebat.blogspot.com/feeds/5765164717395018988/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://cafedudebat.blogspot.com/2010/01/elle-tu-mes-yeux.html#comment-form' title='7 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4436334099277508712/posts/default/5765164717395018988'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4436334099277508712/posts/default/5765164717395018988'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cafedudebat.blogspot.com/2010/01/elle-tu-mes-yeux.html' title='Et Tu'/><author><name>John</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='29' src='http://2.bp.blogspot.com/_PQR63YQl4d8/THkiIr5EyHI/AAAAAAAAAEM/9AfppvTEJrI/S220/Mariana.jpg'/></author><thr:total>7</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4436334099277508712.post-3524227907798410309</id><published>2010-01-23T03:18:00.003-02:00</published><updated>2010-01-23T04:35:05.594-02:00</updated><title type='text'>Le Vent &amp; La Rose</title><content type='html'>&lt;em&gt;Le Vent &amp; &lt;span style="color:#ff0000;"&gt;La Rose&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Il est là.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sopra uma leve brisa; um suspiro melancólico que carrega em si o peso de tantas lágrimas incontidas. Sopra uma rajada inquieta; um soluço inconsolável que sacode e violenta. Sopra um vento desiludido; um tormento terno que varre a bruma, mas que esfria o sol. Manso, ele dança. Dança um ballet fluido com fundo opaco, grita um silêncio trêmulo que arde e arrefece, lamenta a dor que pulsa e míngua, e vive. Vive a solidão que o despertou da morte.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Elle est là.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Linda. Permanece enraizada, mas não se contém. Seu fervor queima e espanta, mas ao mesmo cintila e atrai. Seus espinhos, sua repulsa e sua soberba clamam por sua liberdade, mas seu maior desejo é resignar seu livre arbítrio; viver presa, descontrolar-se no controle alheio. Ela quer fugir, mas sua fuga tem o único objetivo de se encontar. Ela está fatigada com a fadiga; procura o insólito que a faça sair de seus confins. Ela quer acordar; quer sentir e sofrer. Quer viver. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E então o vento sopra. E ela vive.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4436334099277508712-3524227907798410309?l=cafedudebat.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cafedudebat.blogspot.com/feeds/3524227907798410309/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://cafedudebat.blogspot.com/2010/01/le-vent-la-rose.html#comment-form' title='5 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4436334099277508712/posts/default/3524227907798410309'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4436334099277508712/posts/default/3524227907798410309'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cafedudebat.blogspot.com/2010/01/le-vent-la-rose.html' title='Le Vent &amp; La Rose'/><author><name>John</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='29' src='http://2.bp.blogspot.com/_PQR63YQl4d8/THkiIr5EyHI/AAAAAAAAAEM/9AfppvTEJrI/S220/Mariana.jpg'/></author><thr:total>5</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-4436334099277508712.post-8575721831056998344</id><published>2010-01-14T02:01:00.000-02:00</published><updated>2010-01-14T02:38:58.179-02:00</updated><title type='text'>Bienvenue au Café</title><content type='html'>&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family:times new roman;"&gt;Bienvenue au Café du Débat&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um alpendre. Eis onde estamos. Ficamos aqui, na divisa da pré-concepção transigente, da aceitação tão típica de conceitos impostos ou modelados por valores sociais, e da pequena brecha que nos permite explorar estes mesmos sem ter de ceder a um padrão inconteste. Vejamos para onde a leve brisa sopra; para onde ela nos leva: será para fora, para o cômodo, ou será para o limiar daquilo que nos intriga e desconcerta?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Adentro. Ao meu lado, um sofá musgo, um bar empoeirado, uma faca desgastada e uma vontade voraz de pensar, de discutir, de ouvir e de opinar. Pego a faca e com ela cravo a vontade no meu peito; sevicio-me e deleito-me nela. Sangro. Sangro o sangue daqueles que viveram, que pensaram, que debateram e que tiveram a coragem de mudar, e me debato. Me debato a espera de algo, de alguém para com quem conversar, e nada mais. Só quero discutir, contrariar, sair do conveniente e aprimorar minhas idéias.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pois cá estou, a espera de um debate. &lt;em&gt;Et toi, est-ce que tu viens?&lt;/em&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/4436334099277508712-8575721831056998344?l=cafedudebat.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cafedudebat.blogspot.com/feeds/8575721831056998344/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://cafedudebat.blogspot.com/2010/01/bienvenue-au-cafe.html#comment-form' title='5 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4436334099277508712/posts/default/8575721831056998344'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/4436334099277508712/posts/default/8575721831056998344'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cafedudebat.blogspot.com/2010/01/bienvenue-au-cafe.html' title='Bienvenue au Café'/><author><name>John</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='29' src='http://2.bp.blogspot.com/_PQR63YQl4d8/THkiIr5EyHI/AAAAAAAAAEM/9AfppvTEJrI/S220/Mariana.jpg'/></author><thr:total>5</thr:total></entry></feed>
